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Agora vem pra perto, vem
Vem depressa, vem sem fim
Dentro de mim (…)
Vem, meu amor, vem pra mim
Me abraça devagar.
Vem depressa, vem sem fim
Dentro de mim (…)
Vem, meu amor, vem pra mim
Me abraça devagar.
— Marisa Monte (via re-can-to)
(Source: pequenas-poesias)
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Porque metade de mim é o que eu grito mas a outra metade é silêncio.
Porque metade de mim é partida mas a outra metade é saudade.
Porque metade de mim é o que ouço mas a outra metade é o que calo.
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei.
Porque metade de mim é abrigo mas a outra metade é cansaço.
Porque metade de mim é amor e a outra metade também.
Porque metade de mim é partida mas a outra metade é saudade.
Porque metade de mim é o que ouço mas a outra metade é o que calo.
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.
Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.
Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei.
Porque metade de mim é abrigo mas a outra metade é cansaço.
Porque metade de mim é amor e a outra metade também.
— Oswaldo Montenegro (via c-l-a-r-e-a-r)
(Source: reciclagens)








